A Própria Fonte, por Ruediger Schache

Sugiro vivamente a ler “O Segredo do Amor” de Ruediger Schache. Embora não tenha SÓ a ver com relacionamentos amorosos ou com o tema “AMOR”, é um livro que nos simplifica e traz clareza com sentido a imensos episódios com os quais lidamos diariamente nas nossas relações entre pessoas e no que nos acontece na vida. Se pensarmos um pouco sobre imensas perspectivas que este livro espelha, encontraremos sem dúvida, bastantes semelhanças com o nosso ser e vida. Seria um livro, confesso, que nunca pegaria numa livraria, até mo terem oferecido e eu lhe ter dado uma oportunidade de o ler. Fiquei maravilhado. Está repleto de histórias verídicas que são mais comuns do que imaginamos e que nos fazem pensar no nosso papel enquanto seres humanos e seres únicos e originais. Para quem procura “evoluir” e crescer espiritualmente, este é um excelente guia para nos colocar em contacto com a nossa intimidade e coração.
Deixo aqui uma pequena parte de um grande conjunto de excertos que valem a pena partilhar.

Namaste!

Bruno Piairo Teixeira

“Ninguém age exclusivamente com o intelecto. No fundo, está sempre em causa a viver um determinado sentimento. Mesmo quando alguém afirma que decide e age objectivamente e logicamente, fá-lo, por exemplo, porque isso lhe dá uma sensação de segurança emocional. Assim pode compreender a sua actuação, explicá-la, observar as consequências e justificá-la. O risco de ser severamente punido por um possível erro – o que não daria uma boa sensação – dimunui.

A Força da Própria Fonte

Seja o que for que procuremos noutra pessoa, já o temos dentro de nós, pois o que é que nós procuramos acima de tudo? Sensações! A sensação de segurança, a sensação de ser amado, a sensação de liberdade, a sensação de fazer parte de uma família, a sensação de ter sucesso…
Ninguém nos pode dar uma sensação. Só pode despertar uma sensação dentro de nós. É a nossa sensação produzida por nós. A pessoa ao nosso lado é o nosso presente, que nos ajuda nisso. Conhecer esta diferença é uma chave. Se reconhecermos que as nossas sensações pertenceram sempre a nós próprios, que não existe uma única sensação que uma pessoa nos possa dar ou tirar, seremos livres. Daremos menos poder aos outros e retirar-lhes-emos o peso da responsabilidade pelo nosso bem-estar. Deste modo, há menos hipóteses de recriminações aos outros, que só contribuem para dificultar as situações. Ninguém nos pode dar Amor, porque o Amor já está em nós. Nós sabemos disso. Observe um animal ou uma planta ou algo na natureza que o comova. Sente o Amor dentro de si? Olhe para uma fotografia de uma criança feliz. Sente-o? Não está a receber nada, no entanto sente. É o mesmo Amor que sente quando uma pessoa amada está efectivamente perto de si.”

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: